Beneficios
Aumento de produtividade.
- Com o Maker, o desenvolvedor não precisa dominar uma linguagem, sua sintaxe e
semântica. Ele pode se concentrar exclusivamente nas regras de negócio do sistema
que está sendo desenvolvido ou atualizado. Essa abordagem amplia a capacidade de
desenvolver sistemas dezenas de vezes mais rápido do que os métodos tradicionais
(veja aqui o atestado da Câmara dos Deputados de Brasília).
Desenvolvimento efetivamente colaborativo.
- Usando uma nova metodologia de desenvolvimento, o Maker é utilizado também na
fase de especificação e levantamento dos requisitos por propiciar uma maior interação
entre o especialista do domínio (aquele que entende do negócio) e o desenvolvedor,
diminuindo o gap entre o negócio e a área de TI. É possível produzir protótipos
funcionais que se transformam, de imediato, na aplicação final. Fluxogramas são
amplamente difundidos e fáceis de ler, mesmo por pessoas que não são da área de
TI. Desta forma, o Maker permite eliminar consistentemente as fontes de erros associadas
à definição e gestão de requisitos.
Documentação dos projetos de software.
- A documentação do projeto, elemento essencial no processo de desenvolvimento de
software, é gerada desde a prototipação do sistema até a entrega do mesmo. Além
disso tudo é constantemente atualizado na medida em que o projeto vai evoluindo
estando em total conformidade com a aplicação final gerada, o que permite a sua
replicação utilizando quaisquer outras tecnologias.
Atualização tecnológica.
- Apenas com a melhoria na comunicação entre os participantes envolvidos no processo
de desenvolvimento, o Maker já consegue incrementar de forma impressionante o desenvolvimento
de software. Não obstante, permite o envolvimento de especialistas que não necessariamente
dominam as linguagens envolvidas na construção de sistemas para Web (HTML, JavaScript,
Java, ...). Como exemplo, um desenvolvedor especialista em Clipper ou Cobol pode
ser inserido no processo de desenvolvimento de aplicações Web.
Migração para WEB e entre bancos de dados.
- Ao trabalhar com o Maker, é possível criar e publicar na Web os sistemas em tempo
real. Tudo que é feito com a ferramenta fica disponível na Internet automaticamente.
Além disso, configurando o ambiente de desenvolvimento para que acesse o repositório
de aplicações na rede global, permite a reutilização de formulários completos, regras
de negócios e relatórios incrementando o ganho de produtividade. Usando a ferramenta,
migrar a estrutura e dados de um determinado banco para outro (inclusive entre diferentes
SGBDs) é realizado apenas com alguns cliques.
Independência tecnológica.
- Com o Maker, os artefatos (telas, fluxos e relatórios) são gravados em XML, uma
linguagem intermediária e aberta, e só depois interpretados em um servidor de aplicações
WEB. Isso permite manter as regras de negócio (o mais importante) mesmo com a mudança
das tecnologias, de modo que, o sistema sempre estará atualizado e de acordo com
a tecnologia do momento. Apesar de não ser o foco e objetivo, também é possível
gerar todo o código fonte do sistema na linguagem desejada (neste momento disponível
em Java). Atualmente, as aplicações geradas são executadas nas plataformas Java
ou dotNet.
Curva de aprendizado para as novas tecnologias.
- A inteligência Maker prioriza a simplicidade. Um desenvolvedor Maker (programador,
analista de sistemas ou negócios) não precisa aprender a sintaxe de uma linguagem,
ter a preocupação se o código é cliente ou servidor, se a linguagem é Java, Java
script, SQL ou outra dentre uma centena de siglas usadas para o desenvolvimento
web: Hibernate, JSF, Struts, PHP, JSP, JSTL... Desta forma, um profissional de TI
pode, em apenas 40 horas, estar apto para desenvolver aplicações corporativas para
a WEB e serem valorizados pelo que realmente importa: a capacidade de criar soluções
para os negócios.
Gestão de mão-de-obra.
- O Maker é uma ferramenta simples que promove, acima de tudo, um fácil entendimento
do negócio pelos profissionais. Nos casos de mudança ou chegada de novos profissionais,
a adaptação à ferramenta e ao projeto em andamento é bastante rápida. Com o repositório
e todo o sistema arquivado na Internet, os conhecimentos não ficam limitados a um
ou outro profissional, trazendo mais segurança e independência empresarial. Por
fim, o Maker é o único que oferece garantia de continuidade aos sistemas que estão
sendo construídos, independente das mudanças futuras, sejam estas internas ou tecnológicas.
Manutenção das aplicações.
- No Maker, o que mais se aproxima da idéia de programação são os fluxogramas. Os
fluxos utilizam diagramas que simbolizam um processamento no sistema para alterar,
exibir dados ou executar uma tarefa com formulários ou relatórios. O fluxograma
torna mais intuitivo o entendimento da lógica de programação além do que, é consenso
geral o fato de que trabalhar com imagens é muito mais simples e claro que interpretar
linhas de código. Assim, no momento da manutenção, esqueça a “varredura” em códigos
a procura por erros!
Análise de impacto de alterações.
- Toda funcionalidade implícita nos artefatos Maker são inteiramente mapeadas. Antes
de realizar alguma modificação, é possível verificar o impacto consequente à alteração
em algum objeto em relação a outros dos quais ele dependa e dos que dependem dele.
Internacionalização das aplicações.
- Os sistemas desenvolvidos com o Maker podem ser criados inteiramente na língua
portuguesa, inglesa, espanhola ou até francesa e, logo em seguida, com apenas um
clique, disponibilizados para os clientes finais (usuários das aplicações) nos mais
diversos idiomas.
Complexidade das Aplicações.
- O Maker foi projetado para atender, desde sistemas simples, até os mais complexos
e integrados como: grandes ERPs e CRMs. Como mais um caso de sucesso, em setembro
de 2008, a prefeitura de Paulo Afonso, na Bahia, recebeu o prêmio e-Gov, do Governo
Federal, em disputa com projetos desenvolvidos no âmbito de governos estaduais e
federais. Em Paulo Afonso, funcionam 35 sistemas integrados, com milhares de usuários
simultâneos, integrando todos os órgãos municipais, incluindo sistemas de gestão
tributária, controle de dívida ativa, IPTU, ITBI, sistema de saúde, educação, entre
outros e tudo isso feito com o Maker. Confira aqui.
Como funciona?
Introdução: O Maker é uma plataforma inovadora e integrada para
desenvolvimento de aplicações corporativas para o mundo WEB. As aplicações são desenvolvidas
no Maker de forma totalmente visual, sem haver necessidade de programação utilizando
as tradicionais linhas de código. O objetivo do Maker é tornar o processo de desenvolvimento
de software mais produtivo, alcançado através da elevação das abstrações envolvidas.
Através de fluxogramas, editores visuais ao estilo WYSWYG (What You See Is What
You Get) e outros artefatos, o Maker disponibiliza variados recursos para construção
de aplicações web. Formulários de interface com usuário, stored procedures, webservices
e regras de negócio são desenvolvidas em uma interface 100% visual, o que torna
esta ferramenta diferente de qualquer outra encontrada no mercado.
Esse diferencial representa uma grande contribuição para a computação corporativa
que se traduz em agilidade no processo de desenvolvimento de software e valor para
as corporações.
Regras de negócio: As regras de negócio são representadas através de fluxogramas
e entidades visuais. O uso do fluxograma, por representar graficamente a ordem de
execução de um processamento, parece óbvio em informática, entretanto, eram utilizados
apenas como um recurso didático para o ensino de lógica de computação até a chegada
do Maker.
Depois de elaborar as regras em fluxogramas, é possível escolher em qual das três
camadas serão executadas: cliente, servidor ou banco. Regras servidoras podem ser
transformadas em webservices.
Manutenção das aplicações: Outro importante benefício é o processo
de manutenção no software produzido, o qual se tornou ainda mais fácil. A abordagem
visual possibilita que outro desenvolvedor realize a manutenção na aplicação, e
não somente quem a criou (como acontece na maioria das linguagens, inclusive por
falta de documentação das aplicações). Através dos fluxos, centenas de funções e
regras são encapsuladas em unidades visuais que podem ser agrupadas em diferentes
níveis de complexidade sendo abstraídas numa unidade funcional. Desse modo, pode-se
acompanhar a seqüência de execução de um processamento através da representação
em modo gráfico e visual.
Independência tecnológica: Outro grande problema na produção de
software é a dependência da tecnologia. A aplicação gerada com o Maker não fica
dependente do mesmo (como é frequente questionado pelos desenvolvedores). O Maker
gera todas as definições do seu sistema que são armazenadas em tabelas do banco
de dados, ou numa estrutura XML, para serem lidas por um “motor” e convertidos para
a linguagem fim. Esse “motor”, denominado Webrun, processa as aplicações para funcionar
nas plataformas Java e dotNet dentro do servidor de aplicação WEB. Caso a linguagem
“da moda” mude daqui a alguns anos, basta ajustar o motor e todas as aplicações
feitas em Maker estarão atualizadas tecnologicamente, preservando, desta forma,
os milhões investidos na construção dos sistemas que continuaram retratando a lógica
do negócio.
Funções nativas: O Maker disponibiliza nativamente uma vasta e
extensível API voltada para a produtividade no desenvolvimento de aplicações. Atualmente
são disponibilizados mais de 500 funções organizadas em categorias, como por exemplo,
funções de email, formulários, banco de dados. Temos casos de empresas que ampliaram
o conjunto de funções para casa dos milhares.
Produtividade: Por fim, os testes mais recentes indicam que, através
do Maker, é possível aumentar a produtividade de desenvolvimento de um projeto centenas
de vezes. De forma prática, isso significa que um projeto de 6 meses pode ser concluído
em apenas uma semana ou até menos com o uso do Maker.
Atualização tecnológica: Apenas com a melhora no processo de comunicação
entre os atores envolvidos no processo de desenvolvimento, o Maker já consegue incrementar
de forma impressionante o desenvolvimento de software. Não obstante, permite o envolvimento
de especialistas que não necessariamente dominam as linguagens envolvidas na construção
de sistemas para Web (HTML, JavaScript, Java, ...). Como exemplo, um desenvolvedor
especialista em Clipper ou Cobol pode ser inserido no processo de desenvolvimento
de aplicações Web.
Agora que você já conhece o Maker, já sabe quais são as vantagens que ele oferece e já viu que grandes empresas o adotaram como ferramenta de trabalho resta, agora, adquirir o produto.