O que é o Maker?

OMaker é uma inovadora plataforma de desenvolvimento integrado que simplifica o processo de produção de software. Esta ferramenta utiliza uma nova metodologia de desenvolvimento sem códigos, 100% visual e que possibilita a rápida construção de sistemas corporativos para a web, simplificando procedimentos e ampliando a produtividade.

Maker é a primeira ferramenta de desenvolvimento no qual o desenvolvedor se concentra 100% nas necessidades do negócio e não nos aspectos relativos à tecnologia, como linguagem de programação e arquitetura do sistema. O Maker eleva a abstração não só no processo de codificação, mas no processo de desenvolvimento de software como um todo, tornando-o muito mais intuitivo e resultando num aumento significativo de produtividade.

E MAIS...

O Maker não é um framework e muito menos um gerador de código. É uma ferramenta robusta e consolidada para o desenvolvimento de aplicações web de pequena, média e alta complexidade. Adotado por multinacionais e reconhecido no mercado global, o Maker tem trazido enormes vantagens para corporações, universidades e centros de pesquisa, reduzindo os custos e os prazos elásticos. O Maker é muito mais que uma tecnologia inovadora: é uma quebra de paradigmas e uma nova maneira de simplificar e entender a estrutura de negócios.

Beneficios

Aumento de produtividade.

- Com o Maker, o desenvolvedor não precisa dominar uma linguagem, sua sintaxe e semântica. Ele pode se concentrar exclusivamente nas regras de negócio do sistema que está sendo desenvolvido ou atualizado. Essa abordagem amplia a capacidade de desenvolver sistemas dezenas de vezes mais rápido do que os métodos tradicionais (veja aqui o atestado da Câmara dos Deputados de Brasília).


Desenvolvimento efetivamente colaborativo.

- Usando uma nova metodologia de desenvolvimento, o Maker é utilizado também na fase de especificação e levantamento dos requisitos por propiciar uma maior interação entre o especialista do domínio (aquele que entende do negócio) e o desenvolvedor, diminuindo o gap entre o negócio e a área de TI. É possível produzir protótipos funcionais que se transformam, de imediato, na aplicação final. Fluxogramas são amplamente difundidos e fáceis de ler, mesmo por pessoas que não são da área de TI. Desta forma, o Maker permite eliminar consistentemente as fontes de erros associadas à definição e gestão de requisitos.


Documentação dos projetos de software.

- A documentação do projeto, elemento essencial no processo de desenvolvimento de software, é gerada desde a prototipação do sistema até a entrega do mesmo. Além disso tudo é constantemente atualizado na medida em que o projeto vai evoluindo estando em total conformidade com a aplicação final gerada, o que permite a sua replicação utilizando quaisquer outras tecnologias.


Atualização tecnológica.

- Apenas com a melhoria na comunicação entre os participantes envolvidos no processo de desenvolvimento, o Maker já consegue incrementar de forma impressionante o desenvolvimento de software. Não obstante, permite o envolvimento de especialistas que não necessariamente dominam as linguagens envolvidas na construção de sistemas para Web (HTML, JavaScript, Java, ...). Como exemplo, um desenvolvedor especialista em Clipper ou Cobol pode ser inserido no processo de desenvolvimento de aplicações Web.


Migração para WEB e entre bancos de dados.

- Ao trabalhar com o Maker, é possível criar e publicar na Web os sistemas em tempo real. Tudo que é feito com a ferramenta fica disponível na Internet automaticamente. Além disso, configurando o ambiente de desenvolvimento para que acesse o repositório de aplicações na rede global, permite a reutilização de formulários completos, regras de negócios e relatórios incrementando o ganho de produtividade. Usando a ferramenta, migrar a estrutura e dados de um determinado banco para outro (inclusive entre diferentes SGBDs) é realizado apenas com alguns cliques.


Independência tecnológica.

- Com o Maker, os artefatos (telas, fluxos e relatórios) são gravados em XML, uma linguagem intermediária e aberta, e só depois interpretados em um servidor de aplicações WEB. Isso permite manter as regras de negócio (o mais importante) mesmo com a mudança das tecnologias, de modo que, o sistema sempre estará atualizado e de acordo com a tecnologia do momento. Apesar de não ser o foco e objetivo, também é possível gerar todo o código fonte do sistema na linguagem desejada (neste momento disponível em Java). Atualmente, as aplicações geradas são executadas nas plataformas Java ou dotNet.


Curva de aprendizado para as novas tecnologias.

- A inteligência Maker prioriza a simplicidade. Um desenvolvedor Maker (programador, analista de sistemas ou negócios) não precisa aprender a sintaxe de uma linguagem, ter a preocupação se o código é cliente ou servidor, se a linguagem é Java, Java script, SQL ou outra dentre uma centena de siglas usadas para o desenvolvimento web: Hibernate, JSF, Struts, PHP, JSP, JSTL... Desta forma, um profissional de TI pode, em apenas 40 horas, estar apto para desenvolver aplicações corporativas para a WEB e serem valorizados pelo que realmente importa: a capacidade de criar soluções para os negócios.


Gestão de mão-de-obra.

- O Maker é uma ferramenta simples que promove, acima de tudo, um fácil entendimento do negócio pelos profissionais. Nos casos de mudança ou chegada de novos profissionais, a adaptação à ferramenta e ao projeto em andamento é bastante rápida. Com o repositório e todo o sistema arquivado na Internet, os conhecimentos não ficam limitados a um ou outro profissional, trazendo mais segurança e independência empresarial. Por fim, o Maker é o único que oferece garantia de continuidade aos sistemas que estão sendo construídos, independente das mudanças futuras, sejam estas internas ou tecnológicas.


Manutenção das aplicações.

- No Maker, o que mais se aproxima da idéia de programação são os fluxogramas. Os fluxos utilizam diagramas que simbolizam um processamento no sistema para alterar, exibir dados ou executar uma tarefa com formulários ou relatórios. O fluxograma torna mais intuitivo o entendimento da lógica de programação além do que, é consenso geral o fato de que trabalhar com imagens é muito mais simples e claro que interpretar linhas de código. Assim, no momento da manutenção, esqueça a “varredura” em códigos a procura por erros!


Análise de impacto de alterações.

- Toda funcionalidade implícita nos artefatos Maker são inteiramente mapeadas. Antes de realizar alguma modificação, é possível verificar o impacto consequente à alteração em algum objeto em relação a outros dos quais ele dependa e dos que dependem dele.


Internacionalização das aplicações.

- Os sistemas desenvolvidos com o Maker podem ser criados inteiramente na língua portuguesa, inglesa, espanhola ou até francesa e, logo em seguida, com apenas um clique, disponibilizados para os clientes finais (usuários das aplicações) nos mais diversos idiomas.


Complexidade das Aplicações.

- O Maker foi projetado para atender, desde sistemas simples, até os mais complexos e integrados como: grandes ERPs e CRMs. Como mais um caso de sucesso, em setembro de 2008, a prefeitura de Paulo Afonso, na Bahia, recebeu o prêmio e-Gov, do Governo Federal, em disputa com projetos desenvolvidos no âmbito de governos estaduais e federais. Em Paulo Afonso, funcionam 35 sistemas integrados, com milhares de usuários simultâneos, integrando todos os órgãos municipais, incluindo sistemas de gestão tributária, controle de dívida ativa, IPTU, ITBI, sistema de saúde, educação, entre outros e tudo isso feito com o Maker. Confira aqui.

Como funciona?

Introdução: O Maker é uma plataforma inovadora e integrada para desenvolvimento de aplicações corporativas para o mundo WEB. As aplicações são desenvolvidas no Maker de forma totalmente visual, sem haver necessidade de programação utilizando as tradicionais linhas de código. O objetivo do Maker é tornar o processo de desenvolvimento de software mais produtivo, alcançado através da elevação das abstrações envolvidas.

Através de fluxogramas, editores visuais ao estilo WYSWYG (What You See Is What You Get) e outros artefatos, o Maker disponibiliza variados recursos para construção de aplicações web. Formulários de interface com usuário, stored procedures, webservices e regras de negócio são desenvolvidas em uma interface 100% visual, o que torna esta ferramenta diferente de qualquer outra encontrada no mercado.

Esse diferencial representa uma grande contribuição para a computação corporativa que se traduz em agilidade no processo de desenvolvimento de software e valor para as corporações.

Regras de negócio: As regras de negócio são representadas através de fluxogramas e entidades visuais. O uso do fluxograma, por representar graficamente a ordem de execução de um processamento, parece óbvio em informática, entretanto, eram utilizados apenas como um recurso didático para o ensino de lógica de computação até a chegada do Maker.

Depois de elaborar as regras em fluxogramas, é possível escolher em qual das três camadas serão executadas: cliente, servidor ou banco. Regras servidoras podem ser transformadas em webservices.

Manutenção das aplicações: Outro importante benefício é o processo de manutenção no software produzido, o qual se tornou ainda mais fácil. A abordagem visual possibilita que outro desenvolvedor realize a manutenção na aplicação, e não somente quem a criou (como acontece na maioria das linguagens, inclusive por falta de documentação das aplicações). Através dos fluxos, centenas de funções e regras são encapsuladas em unidades visuais que podem ser agrupadas em diferentes níveis de complexidade sendo abstraídas numa unidade funcional. Desse modo, pode-se acompanhar a seqüência de execução de um processamento através da representação em modo gráfico e visual.

Independência tecnológica: Outro grande problema na produção de software é a dependência da tecnologia. A aplicação gerada com o Maker não fica dependente do mesmo (como é frequente questionado pelos desenvolvedores). O Maker gera todas as definições do seu sistema que são armazenadas em tabelas do banco de dados, ou numa estrutura XML, para serem lidas por um “motor” e convertidos para a linguagem fim. Esse “motor”, denominado Webrun, processa as aplicações para funcionar nas plataformas Java e dotNet dentro do servidor de aplicação WEB. Caso a linguagem “da moda” mude daqui a alguns anos, basta ajustar o motor e todas as aplicações feitas em Maker estarão atualizadas tecnologicamente, preservando, desta forma, os milhões investidos na construção dos sistemas que continuaram retratando a lógica do negócio.

Funções nativas: O Maker disponibiliza nativamente uma vasta e extensível API voltada para a produtividade no desenvolvimento de aplicações. Atualmente são disponibilizados mais de 500 funções organizadas em categorias, como por exemplo, funções de email, formulários, banco de dados. Temos casos de empresas que ampliaram o conjunto de funções para casa dos milhares.

Produtividade: Por fim, os testes mais recentes indicam que, através do Maker, é possível aumentar a produtividade de desenvolvimento de um projeto centenas de vezes. De forma prática, isso significa que um projeto de 6 meses pode ser concluído em apenas uma semana ou até menos com o uso do Maker.

Atualização tecnológica: Apenas com a melhora no processo de comunicação entre os atores envolvidos no processo de desenvolvimento, o Maker já consegue incrementar de forma impressionante o desenvolvimento de software. Não obstante, permite o envolvimento de especialistas que não necessariamente dominam as linguagens envolvidas na construção de sistemas para Web (HTML, JavaScript, Java, ...). Como exemplo, um desenvolvedor especialista em Clipper ou Cobol pode ser inserido no processo de desenvolvimento de aplicações Web.

Agora que você já conhece o Maker, já sabe quais são as vantagens que ele oferece e já viu que grandes empresas o adotaram como ferramenta de trabalho resta, agora, adquirir o produto.

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